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O sol, em vídeo da NASA

O sol, em vídeo da NASA

Publiquei isso em blog alheio. Trago para cá porque gosto muito

Durante os últimos três anos, e desde as primeiras imagens que capturou do Sol, em maio de 2010, o Observatório de Dinâmicas Solares da NASA praticamente não tirou o foco — e as lentes — do centro do nosso sistema, registrando ininterruptamente o aumento das atividades do grande astro em direção a seu pico de atividade em seu ciclo regular de 11 anos.

O vídeo abaixo mostra os três anos de sol a um ritmo de duas imagens por dia.

A dança insanamente quente do material solar -- que, no interior do astro, pode chegar a 2 milhões de graus centígrados --, registrada pelo SDO

A dança insanamente quente do material solar — que, no interior do astro, pode chegar a 2 milhões de graus centígrados –, registrada pelo SDO

Durante o curso do vídeo, o Sol sutilmente aumenta e diminui de tamanho aparente. Isto é porque a distância entre a sonda SDO e o astro varia ao longo do tempo. A imagem, no entanto, é muito consistente e estável, apesar do fato de que o SDO orbita a Terra a 6.876 milhas por hora e a Terra faz o mesmo em relação ao Sol a 67.062 milhas por hora.

Essa estabilidade é crucial para os cientistas, que usam o SDO para saber mais sobre a nossa estrela mais próxima. Essas imagens têm registrado regularmente flashes solares e ejeções de massa coronal no ato, os tipos de clima espaciais que podem enviar material de radiação solar em direção à Terra e interferir com os satélites no espaço.

Estas seis imagens do SDO foram escolhidas como representativas do aumento do nível de atividade solar a cada seis meses, desde que a missão começou a produzir imagens consistentes, em maio de 2010. O período de máxima atividade solar é esperado para este ano.

Estas seis imagens do SDO foram escolhidas como representativas do aumento do nível de atividade solar a cada seis meses, desde que a missão começou a produzir imagens consistentes, em maio de 2010. O período de máxima atividade solar é esperado para este ano.

Vislumbres do SDO na dança violenta ajuda cientistas a compreender o que causa essas explosões gigantes – com a esperança de um dia melhorar nossa capacidade de prever esse clima espacial e seus efeitos sobre a nossa vida.

A trilha sonora é A Lady’s Errand of Love, de Martin Lass

 

 

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