BAÚ DO TABU

A casa da livre palavra


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Esta mansão tem ouro na piscina, foi do falecido estilista Gianni Versace e está à venda por inacreditáveis 126 milhões de dólares

Como suas criações, a mansão do falecido Gianni Versace é extraordinariamente extravagante -- e caríssima

Como suas criações, a mansão do falecido Gianni Versace é extraordinariamente extravagante — e caríssima

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Quer comprar a casa onde Gianni Versace foi morto?

A mansão onde o estilista e designer italiano Gianni Versace morreu está no mercado: um misto de superconforto com toques de villaitaliana no tórrido litoral da Flórida e conto macabro, tudo pela bagatela de espantosos, inverossímeis 126 milhões de dólares.

Atualmente transformada em hotel boutique, a Casa Casuarina, em Miami Beach, a suntuosa mansão está nas carteiras das mais exclusivas agências imobiliárias do mundo das celebridades.

O comprador terá de compartilhar os gostos para lá de extravagantes do estilista italiano, que decorou cada um dos 10 quartos com afrescos, estátuas e vitrais.

E terá que conviver, também, com o fato de Versace ter sido assassinado, a tiros, nos degraus da entrada, em 1997. Como não aconteceu no interior da residência, e nem de longe é a única história da mansão, especialistas acreditam que o fato não há de espantar interessados, e o futuro proprietário — dizem — se tornará uma celebridade instantânea.

Pode ser. Ou não. Mas o fato é que ser dono de uma piscina de azulejos em ouro de 24 quilates deixa qualquer um muito além de qualquer rótulo. E quem sabe viver sob o mesmo teto que um possível fantasma dos mais criativos possa não ser uma má ideia, pois não?

Cada um dos quartos está decorado com um tema diferente

Cada um dos quartos está decorado com um tema diferente

Um dos pátios da casa durante a noite

Um dos pátios da casa durante a noite

O pátio de fora na casa, desenhado por Versace como uma vila italiana

O pátio de fora na casa, desenhado por Versace como uma vila italiana

O exterior da Casa Casuarina, em Miami Beach, hoje um hotel boutique

O exterior da Casa Casuarina, em Miami Beach, hoje um hotel boutique

Uma fonte, para recepcionar quem chega

Uma fonte, para recepcionar quem chega

A piscina de 54 metros no jardim é revestida com ouro de 24 quilates

A piscina de 54 metros no jardim é revestida com ouro de 24 quilates

Suíte La Mer

Suíte La Mer

Na casa, há muitos espaços de convivência e relaxamento

Na casa, há muitos espaços de convivência e relaxamento

Paredes pintadas à mão e afrescos estão por toda casa

Paredes pintadas à mão e afrescos estão por toda casa

A suíte Wedgewood, um dos 10 quartos da casa

A suíte Wedgewood, um dos 10 quartos da casa

 


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No viaduto de Millau, na França, o mais alto do mundo, um passeio acima das nuvens

Viaduc de Millau -- um passeio nas nuvens (Foto: Leviaducdemillau.com)

Viaduc de Millau — um passeio nas nuvens (Foto: Leviaducdemillau.com)

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A sensação de andar por entre as nuvens no céu pode certamente ser apreciada no Viaduto de Millau, a ponte mais alta do mundo, localizada em Millau, no sudoeste da França, na rodovia que liga Paris a Barcelona, na Espanha. Seu pilar mais alto tem 343 metros — mais que os 300 da Torre Eiffel.

A ponte, situada a 532 quilômetros de Paris e a 401 de Barcelona, é equipada com uma proteção de vidro transparente aerodinâmico, que resguarda os veículos das fortes rajadas de vento da região.

O projeto, fabuloso, é trabalho conjunto do arquiteto britânico Norman Foster e do engenheiro francês Michel Virlogeux.

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O viaduto atravessa o vale do rio Tarn e as montanhas próximas a Millau. Quem dirige ali se sente flutuando nas nuvens, e pode desfrutar da bela paisagem ao redor.

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O viaduto foi inaugurado oficialmente em dezembro de 2004 e a complexidade do projeto fez sua construção demorar três anos mais do que o previsto: além de sua grande altura, ela está assentada sobre uma estrutura de solo irregular.

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Dados da ponte:

Comprimento total: 2.460 metros

Largura: 32 metros

Estrutura: em oito vãos e 7 pólos-pontes

Maior altura de pólo (os grandes esteios que sustentam a rede de cabos de aço): 343 metros

Maior altura de pilar (os sustentáculos de concreto do conjunto): 87 metros.

Espessura da ponte: 4,20 metros

Largura da plataforma da estrada: 27,35 metros

Total de concreto utilizado: 227 000 toneladas

Total de aço utilizado: 39 700 toneladas

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Beleza pura: designer usa 1 milhão de flores para decorar casa para a grife Dior

Um quarto inteirinho revestido de orquídeas - parte da concepção original do designer belga Raf Simons para mostrar a nova coleção da "maison" Dior (Fotos: Dior)

Um quarto inteirinho revestido de orquídeas – parte da concepção original do designer belga Raf Simons para mostrar a nova coleção da “maison” Dior (Fotos: Dior)

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Um milhão de flores, verdadeiras e muitíssimo cheirosas.

Sim, vocês leram corretamente: UM MILHÃO DE FLORES.

Delphiniums azuis, orquídeas brancas, peônias rosas e uma grande variedade de rosas coloridas. Com um milhão delas o designer belga Raf Simons decorou cinco salões de uma mansão parisiense para mostrar a nova coleção outono/inverno da maison Christian Dior.

Ousado, o novato da casa fez sua estreia assim, causando burburinho antes mesmo de alguma beldade colocar seus pés na perfumada passarela – e mostrou a que veio. Raf Simons queria  uma abordagem nova e moderna para a legendária casa de alta moda francesa, e conseguiu, cobrindo do chão ao teto, em uma tapeçaria de flores sólida, os salões para o desfile.

As flores foram criadas para prestar homenagem à “Mulher flor” Christian Dior, slogan lançado pela grife, e  mostrar o amor e a paixão dessa mulher por flores e jardins.

Aprecie as fotos:

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Em curta metragem, o maior czar da moda no mundo, Karl Lagerfeld, faz bela homenagem a Coco Chanel

Chanel estrelada para os olhos, num filme belo e delicado

Chanel estrelada para os olhos, num filme belo e delicado

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Karl Lagerfeld, o czar mundial da moda, mostra mais uma vez seu lado mais que fashion, delicado e multifacetado e faz uma bela homenagem  aos 100 anos de uma das primeiras lojas da Chanel, aberta em Deauville, na França.

O estilista dirigiu, ele mesmo, o filme em curta metragem (8 minutos) Once Upon A Time (“Era uma Vez”), no qual a atriz Keira Knightley representa a grande estilista Coco Chanel quando jovem, e nos transporta para o coração da fantasia francesa, com um très chic preto-e-branco que inclui a origens humildes da personagem.

O desfile de modelos adoça ainda mais a homenagem, com as participações especiais de Lindsey Wixson, Saskia De Brauw, Stella Tennant e Tallulah Harlech em um filme em que enredo e roteiro são coadjuvantes: quem rouba a cena são os figurinos, como seria de se esperar.

A data é 1913, na cidade litorânea de Deauville. Gabrielle – ou Coco – acaba de abrir uma nova loja de chapéus e animadamente espera seu primeiro cliente ao lado de sua tia Adrienne (Clotilde Hesme). A ansiedade pelo novo negócio borbulha nos olhos da jovem estilista.

O filme é falado em francês, e infelizmente as legendas não são em português, mas em inglês. Ainda assim, é um filme que basta ver. O filme foi lançado na quarta-feira, 8 de maio.


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Morando em uma concha

Uma concha para chamar de lar

Uma concha para chamar de lar

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Já imaginou como seria morar em uma concha?

Um jovem casal e seus dois filhos da Cidade do México já. E não só imaginaram, como tornaram isso realidade.

Em 2007, cansado de casas convencionais, o casal resolveu que era hora de se integrar à natureza, e contrataram a Arquitectura Orgânica para dar forma ao seu sonho.

O objetivo do projeto era sentirem-se morando como um caracol, como um molusco se movendo de um cômodo ao outro, em uma experiência simbiótica. O espaço harmônico, em três dimensões, traz, segundo o escritório de arquitetura, uma sensação de flutuar sobre a vegetação.

Ao subir a escada em espiral, chega-se primeiro a um vestíbulo, passando por uma sala de televisão, levando ainda a um estúdio com uma inigualável vista da paisagem montanhosa para chegar, finalmente, ao andar dos quartos e serviços.

Inspirada na obra de gigantes da arquitetura, como o catalão Antoni Gaudí e o americano Frank Lloyd Wright, a Nautilus House, como é chamada a casa, é dominada por superfícies lisas, escadas em espiral e plantações naturais.

Veja as fotos:

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Parece incrível, mas existe — é o rio mais bonito do mundo

Este é Caño Cristales, na Colômbia, considerado o rio mais bonito do mundo

Este é Caño Cristales, na Colômbia, considerado o rio mais bonito do mundo

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Esta maravilha geográfica se esconde no Parque Nacional Natural da Macarena, na Serra da Macarena, na Colômbia. É o fabuloso Caño Cristales, também chamado de “rio das cinco cores”, “rio que vem do paraíso” e, com boa dose de razão, “o mais belo rio do mundo”. É longo, com 100 quilômetros de extensão, e, com seus apenas 20 metros de largura, fica multicolorido durante cinco meses.

No restante do ano, o Caño Cristales é igual a um rio comum, com um leito de rochas coberta por musgos verdes e uma corrente azulada, mas entre as  estações de chuva, entre dezembro e fevereiro, e seca, que começa em julho, fica lindo como um jardim, com mil cores sob as águas.

Declarado Patrimônio Biológico da Humanidade, oferece uma gama surpreendente de cores devido à presença de uma enormidade de plantas aquáticas e algas que se desenvolvem com a luz do sol, em cores que variam entre vermelho, preto, amarelo, azul e verde.

A turbulência da água provoca redemoinhos que desgastam as rochas, criando pequenos lagos circulares. Desde 2009 está aberto a visitas guiadas, mas a maior parte do caminho só pode ser feita a pé.

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Em São Paulo, 35 milhões de pessoas estão a menos de 15 minutos de um helicóptero Águia, da PM. Os bravos salvavidas do Águia viraram série de TV

Um dos helicópteros Águia da Polícia Militar de São Paulo que salva vidas: agora, em documentários do canal Discovery

Um dos helicópteros Águia da Polícia Militar de São Paulo que salva vidas: agora, em documentários do canal Discovery

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O Estado de São Paulo tem 42 milhões de habitantes. Desses, 35 milhões estão a menos de 15 minutos de um Águia, helicóptero da Polícia Militar.

A leitora e o leitor devem estar se perguntando qual é a relevância dessa informação, e respondemos: saber disso deveria deixar qualquer cidadão mais tranquilo, pois em uma megalópole como São Paulo – agora só a capital mesmo -, com um trânsito infernal e congestionamentos a qualquer hora, o trajeto que um carro de socorro demoraria uma hora para fazer um helicóptero Águia percorre em até 14 minutos, em média.

E isso é importante porque os pilotos, co-pilotos, médicos e enfermeiros do Grupamento Aéreo da Polícia Militar que sobrevoam a cidade em missões de resgate lutam contra o relógio para chegar à vítima antes de decorridos os preciosos 10 primeiros minutos de um acidente – e ainda dentro da golden hour, a primeira e crucial hora para aplicação de qualquer procedimento com maiores chances para a sobrevivência do acidentado.

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Só para constar: 85% das vítimas resgatadas pelos Águias recebem alta hospitalar sem sequelas.

Daria um filme, não? Pois vai dar.

Em 2011, foram feitos 43 milhões e 200 mil chamados para o centro de comando da Polícia Militar do Estado, parte dos quais foi atendida por alguns dos 450 integrantes dos Águias, e foi socorrido em uma das 23 aeronaves.

Na capital, dividida em 4 zonas, ficam duas bases, com 6 aeronaves, que dividem os céus da cidade com os 600 helicópteros da frota registrada, os aviões de passagem e os que chegam ou saem dos dois aeroportos. O trânsito lá em cima é intenso, mas quando um Águia está em missão, procurando um local para pouso no meio do caos da cidade, todas as aeronaves em voo aguardam: os Águias estão salvando uma vida.

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Essas características superlativas de São Paulo e os desafios que os Águias enfrentam a cada dia fazem desse agrupamento único no mundo – fatores que levaram Fernando Medin, presidente do canal de TV a cabo Discovery, e Carla Ponte, diretora, a apostarem em um projeto ambicioso: levar o Brasil ao mundo, através da produção em 8 capítulos Águias da Cidade, que estreia hoje, quarta, 10 de outubro, às 22h20.

Cada episódio humaniza um grupo dos integrantes do Águia – que recusam o rótulo de heróis, até por considerar que todo herói tem uma lápide. A produção foi construída para mostrar o árduo trabalho do dia a dia – em que marido comandante e esposa médica, por exemplo, nunca assumem a mesma missão, para não haver o mais remoto risco de que que seu filho se torne órfão de pai e mãe ao mesmo tempo.

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Um detalhe interessante foi a solução para a filmagem, uma vez que não era possível, por questão de espaço e problemas operacionais, embarcar um cinegrafista nos helicópteros: cada membro do Águia recebia uma câmera, que ficava escondida na lapela do uniforme, e era acionada menos de três minutos depois que soava o alarme para uma nova missão. Além disso, uma pequena câmera era entregue para alguém mais a bordo, que filmaria se houvesse condições.

Assim, roteiristas, diretores, produtores da Discovery só conheciam o conteúdo das imagens assim que a aeronave voltava para a base.

Os episódios podem ser vistos neste canal